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Taxas de juro no crédito à habitação continuam a descer

As taxas de juro no crédito à habitação continuam a descer, o que pode representar uma oportunidade importante para quem pretende comprar casa com recurso a financiamento bancário. Em março, os dados mostram um novo recuo nas taxas, refletindo-se também em prestações mensais mais leves para as famílias.
Leia este artigo em 4 minutos de leitura.

Bom sinal para quem quer comprar casa

Os últimos meses têm trazido boas notícias para quem tem crédito habitação, ou está a pensar comprar casa com recurso a financiamento bancário. Segundo dados recentes divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), a taxa de juro implícita no crédito à habitação voltou a descer, atingindo os 3,735% — o valor mais baixo desde junho de 2023.

Este é o 14.º mês consecutivo de recuo nas taxas de juro, o que demonstra uma tendência de alívio progressivo para as famílias e potenciais compradores que dependem do crédito habitação.

Contratos recentes com taxas ainda mais vantajosas

Os contratos de crédito celebrados nos últimos três meses revelam uma descida ainda mais acentuada. A taxa média nestes casos fixou-se em 3,048%, menos 15,2 pontos base do que no mês anterior. Desde o pico registado em outubro de 2023, esta taxa já caiu mais de 130 pontos base, o que representa uma diferença relevante nos encargos mensais dos mutuários.

No que diz respeito ao financiamento para aquisição de habitação — o tipo de crédito mais comum — a taxa implícita recuou para 3,715% no conjunto dos contratos existentes, e para 3,045% nos contratos mais recentes.

Prestação da casa também fica mais leve

Este abrandamento nas taxas tem vindo a refletir-se nas prestações pagas ao banco. Em março, a prestação média mensalnos contratos em vigor desceu para 398 euros, o que representa uma diminuição de dois euros face a fevereiro e cinco euros em relação ao mesmo mês do ano passado.

Já nos contratos mais recentes, a prestação média situou-se nos 604 euros, menos 18 euros face ao mês anterior. Estes valores mostram que as novas condições de financiamento estão de facto a permitir prestações mais ajustadas à realidade financeira das famílias.

Valor do crédito médio aumenta

Apesar da descida das taxas, o montante médio em dívida continua a crescer. Em março, a dívida média nos contratos em vigor subiu para 70.065 euros, mais 553 euros do que no mês anterior.

Nos contratos celebrados nos últimos três meses, o valor médio em dívida foi ainda mais elevado, situando-se nos 144.507 euros, o que representa um aumento de 3.490 euros em relação a fevereiro.

O que isto significa para quem quer comprar casa?

A descida sustentada das taxas de juro representa uma janela de oportunidade para quem quer avançar com a compra de um imóvel com crédito bancário. Embora os montantes financiados estejam a aumentar, os custos associados (sobretudo em juros) estão a tornar-se mais acessíveis, o que pode ajudar a equilibrar o impacto nas finanças pessoais.

É um momento favorável para analisar condições de crédito, comparar propostas e, sobretudo, contar com o apoio de especialistas que ajudem a encontrar a melhor solução de financiamento.

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