
Num contexto de liderança e relações interpessoais, o silêncio não é ausência de comunicação — é uma forma sofisticada de a exercer. Pode representar autocontrolo, escuta ativa e inteligência emocional, mas também pode revelar omissão, medo ou desinteresse. Compreender quando o silêncio fortalece e quando fragiliza é uma competência crítica para quem pretende influenciar, liderar e construir relações sólidas.

Começar é fácil. Manter é o que faz a diferença. Com o tempo, o entusiasmo inicial diminui, os desafios surgem e o progresso deixa de ser imediato. É nesse percurso, feito de altos e baixos, que se distingue motivação e compromisso. O crescimento real não depende de picos de vontade, mas da capacidade de continuar, mesmo quando a motivação já não é suficiente.

Num mercado onde todos querem falar, destacar-se passa, muitas vezes, por saber ouvir.
A escuta ativa é a arte de ouvir com atenção, presença e intenção — não apenas as palavras, mas as emoções, motivações e necessidades que estão por detrás delas. No imobiliário, esta capacidade transforma conversas em relações de confiança e decisões em escolhas conscientes. Porque quem ouve verdadeiramente, compreende melhor… e entrega mais valor.